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Postado em 02/10/2017 19:01

Petroleiros marcam protesto no aniversário da Petrobras, nesta terça-feira

Esta terça-feira, 03, aniversário de 64 anos da Petrobras, promete ser um dia nacional de mobilizações, paralisações e atividades contra as reformas, a privatização das estatais, o desmonte da Petrobrás e a retirada de direitos. Os petroleiros e petroleiras já sabem que será um ano em que só a firme resistência da categoria poderá manter derrotar esses ataques.

Em Sergipe a manifestação vai ocorrer a partir das 7 horas da manhã, na sede da Petrobras, na Rua Acre em Aracaju. Em Alagoas, o Sindipetro AL/SE fará uma atividade na base da Petrobras em Pilar e depois segue para o ato  em frente a Eletrobrás/, a partir das 7h, na Avenida Fernandes Lima, bairro do Farol, Maceió.

“O ato de amanhã foi aprovado nas assembleias da categoria, por conta da campanha salarial e principalmente por conta do aniversário da Petrobras. Vai ser um dia de luta  contra as reformas Trabalhista e da Previdência, contra a venda de ativos e a privatização da Petrobras e de todas as estatais. Nossa luta também é contra o equacionamento da Petros (fundo de previdência dos funcionários da Petrobras). A alta administração da Petrobras quer empurrar para os trabalhadores uma dívida que é da empresa”, explica Edvaldo Leandro, diretor do sindicato.

Além da unidade nacional da categoria petroleira, o Sindipetro AL/SE compreende que a campanha salarial da categoria deve servir de alavanca para impulsionar uma nova greve geral no país, de toda a classe trabalhadora brasileira. Foi nesse sentido que o diretor do sindicato, Clarckson Nascimento, participou no dia 29 de setembro da plenária nacional dos trabalhadores da indústria.

“Cerca de 1.500 trabalhadores estiveram presentes nessa plenária.  Foi uma importante demonstração de unidade e disposição de luta. A principal resolução do encontro foi a aprovação de um manifesto conjunto e a definição de um novo dia nacional de mobilizações em 10 de novembro, véspera da entrada em vigor da Reforma Trabalhista. Participaram diversas categorias como petroleiros, metalúrgicos, trabalhadores da indústria química, naval, alimentação, metroviários, eletricitários, construção civil, dos Correios, aposentados, servidores públicos federais e auditores fiscais. Nós, que somos da CSP-Conlutas, acreditamos que a construção dessa unidade foi um importante passo rumo a construção de uma nova greve geral, a exemplo do dia 28 de abril”, afirma Clarckson.

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