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Por Sindipetro em 10/11/2017 17:51

Paralisação nacional em Sergipe começa forte pela manhã e mostra potencial para uma nova greve geral

Dia de paralisações, greves e lutas começou forte em Sergipe, nesta sexta-feira, 10 de novembro. A CSP-Conlutas, junto com trabalhadores do campo, trabalhadores desempregados, petroleiros, trabalhadores da indústria de cimento, professores e técnicos da Universidade Federal, garantiram diversas mobilizações por todo o estado pela manhã.

Confira as ações organizadas pela CSP-Conlutas nesta manhã:

Em Aracaju, junto com moradores da Ocupação Clínica Santa Maria e do Marivan Sul, da Frente Nacional de Luta, (FNL), e militantes do PSTU, a central impediu as saídas de parte da frota de ônibus da empresa de transporte coletivo, Progresso, e fechou a avenida Marechal Rondon nos dois sentidos, Aracaju e São Cristóvão.

Na BR 101, com trabalhadores do campo, da FAFER, do movimento de desempregados, SOS Emprego, trabalhadores da indústria de cimento, do Sindicagesse, interromperam diversos pontos:

Na saída do município de Nossa Senhora do Socorro, onde funciona um grande parque industrial;

No trevo do município de Itabaiana, que dá acesso as indústrias do Vale do Cotinguiba;

No município de Laranjeiras, próximo a fábrica Santista, trecho que de acesso a indústria de cimento Cimesa;

No município de Maruim;

E no trevo de acesso a Vale.

Na Barra dos Coqueiros houve fechamento nas duas vias da ponte, que dá acesso a capital, e no trevo de acesso ao porto e Jatobá.

No Sertão, trabalhadores do campo fizeram protestos e paralisaram vias em Pedro Alexandre, Poço Redondo e na divisa entre Canindé com Delmiro Gouveia.

Ainda houve paralisação organizada pelo Sindipetro na Petrobras, na sede da Rua Acre e no Tecarmo, com forte adesão dos trabalhadores próprios e terceirizados.

Os trabalhadores técnicos e professores da UFS (Universidade federal de Sergipe), através do Sintufs e da Adufs, paralisaram por todo o dia..

Uma nova greve geral é necessária

A CSP-Conlutas acredita que só os trabalhadores organizados e em luta podem botar abaixo essas reformas e colocar para fora o governo Temer e o Congresso Nacional.

“Esses corruptos, financiados pelas grandes empresas, roubam bilhões através da exploração do nosso trabalho e do desvio do dinheiro público. Eles ainda querem aplicar a Reforma Trabalhista e aprovar a da Previdência, para massacrar ainda mais a nossa classe. Por isso a mobilização desse dia 10 de novembro é importante, mas não é suficiente. É necessário uma nova greve geral. Estamos fazendo um esforço para que as outras centrais sindicais atendam essa necessidade e façam esse chamado. É nesse sentido que a CSP-Conlutas e suas entidades parceiras estão jogando todas as forças, porque essa é a única forma de derrotar esses ataques e os bandidos que estão no poder”, afirma Djenal Prado, coordenador estadual da CSP-Conlutas.

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