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Por Sindipetro em 07/02/2018 15:20

Christian Queipo está no 2º turno para o C.A da Petrobrás

Apoiado por FNP e AEPET, Queipo afirma que acreditar que haverá debate respeitosos e de alto nível com o seu adversário, no 2º turno

Na manhã desta terça-feira (6) foram anunciados os resultados da apuração do 1º turno para eleição do Conselho Administrativo da Petrobrás (C.A). Os dois mais votados, e que irão disputar o 2º turno, são Danilo Silva (FUP) e Christian Queipo (FNP/AEPET), com 4.181 (37,98%) e 2.821 (25,62%) votos, respectivamente, em um universo de 11.167 votantes. Isso mostra que a candidatura apoiada pela direção da empresa comandada por Pedro Parente fez “água”.

“Para o 2º turno acredito que teremos um debate respeitoso e de alto nível com o Danilo, que será focado nas propostas que cada um tem a apresentar. Neste momento coloco minha candidatura à disposição para a troca de ideias e novas propostas. O trabalho continua e vamos em busca da vitória”, disse Queipo após o resultado.

O que faz o C.A da Petrobrás?

É um órgão de natureza colegiada e autônomo dentro de suas prerrogativas e responsabilidades, na forma da lei e do Estatuto Social. Um órgão auxiliar, consultivo e deliberativo, responsável por administrar o negócio, direcionar decisões que tenham impacto estratégico, formulação de estatutos e regimentos, orientações e direcionamento de investimentos, alienação de bens, lançamento de ações em bolsas, etc. No entanto, o trabalho de um representante dos petroleiros no C.A. enfrenta dificuldades, é um contra todos.

Inúmeras são as razões para o apoio do Sindipetro-RJ à candidatura de Christian Queipo. Além de efetivo compromisso com a luta por uma Petrobrás forte, contra a privatização e a venda de ativos, Christian tem suficiente afinidade para, com o sindicato, estabelecer uma parceria de longo alcance, proporcionando a necessária sustentação a seu mandato no interior do C.A. e também aumentando a visibilidade das propostas e questionamentos dos petroleiros sobre a gestão da empresa.

Um conselheiro atuante e comprometido pode solicitar pareceres de consultores das áreas para que o conselho não se baseie apenas nos pareceres da diretoria e também pode fundamentar bem o seu voto escrevendo em ata, o que favorece a crítica aos desmandos da atual diretoria. Principalmente, pode ouvir os empregados e em parceria com a FNP e a AEPET aumentar a informação e a mobilização da categoria, sempre bem assessorado juridicamente, para não incorrer em quebra do tratado de confidencialidade. O jeton será utilizado para esses fins serem alcançados e não em benefício próprio. Esse é o compromisso que o candidato da FNP e do Sindipetro-RJ assume para receber nosso apoio.

No 2º turno a ser realizado entre os dia 3 e 11 de março, o Sindipetro-RJ apoia Christian Queipo, engenheiro químico, funcionário da Petrobrás desde 2007 e diretor da AEPET. Sua candidatura também é apoiada pela Federação Nacional dos Petroleiros (FNP). ‘Dale Dale Dale Queipo!

Quem é Queipo?

Cristian é de luta. Ele esteve no Encontro Nacional dos Petroleiros (ENAPETRO), em Santos, em fevereiro de 2017, e realizou aula-pública em frente à Petrobras durante o XI Congresso da FNP, em agosto último – evento transmitido ao vivo pelo Sindipetro/SJC por meio da nossa página no Facebook. Acesse aqui https://www.facebook.com/sindipetrosjc/videos/675758845967655/ e trecho em alta resolução aqui https://www.facebook.com/sindipetrosjc/videos/743656165844589/.

O candidato é engenheiro químico, trabalha na Petrobras desde 2007 na Engenharia Básica de Gás Natural e Energias Renováveis, com foco no desenvolvimento de tecnologias para produção de biocombustíveis de segunda geração. Também é diretor administrativo da AEPET.

Cristian se atenta para a questão do petróleo e gás desde a sua formação como técnico químico nos arredores de Buenos Aires (AR) no início dos anos de 1990, época em que começava o processo de privatização e desnacionalização da YPF.

Confira, abaixo, as propostas do candidato:

- Propor revisões ao PNG de modo a reorientar, de forma responsável, as atividades da Companhia como empresa de energia integrada e em transição à economia pós-fóssil;
- Marcar um contraponto à gestão atual no tocante aos desinvestimentos, questionando os critérios aplicados para justificar a venda de ativos caso a caso;
- Sugerir mudanças na gestão dos empreendimentos da companhia mediante a internalização das funções de gerenciamento, compra de materiais e equipamentos e fiscalização de obras, reduzindo ao mínimo contratos de amplo escopo (EPC);
- Solicitar avaliação estratégica dos resultados da política de preços de derivados em termos de impactos no caixa e projeção de participação de mercado.

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