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Por Sindipetro em 11/10/2018 15:28

Trabalhadores da Conterp exigem direitos e melhores salários

Os petroleiros terceirizados que estão no contrato da Conterp, na sede da Petrobras, Rua Acre, paralisaram por duas horas nesta quinta-feira, 11. A Conterp assumiu o contrato pagando um salário 30% mais baixo que a empresa anterior, a Engeman. 

Agora, em meio a campanha do Acordo Coletivo de Trabalho, a empresa ofereceu um aumento miserável de 3% em cima de tudo. Ou seja, o almoço, que ela paga só R$ 14,00, vai ter um aumento de R$ 0,42 centavos.  O salário, que teve uma perda de 30%, só vai ter 3% de reajuste. Os trabalhadores contam revoltados como decaiu suas condições de vida.

A questão do adicional de periculosidade é outro problema grave. Além de operar máquinas e químicos que põem em risco a vida, nem mesmo nas áreas classificadas de risco, como o Tecarmo, as empresas não estão pagando os 30%, a exemplo da Conterp e da JOMAGA. Os trabalhadores também reclamam da insalubridade do ambiente de trabalho, a exemplo de ruídos, que mais tarde vão deixar sequelas graves no sistema auditivo. Será que o luxo dos empresários vale mais que nossa saúde e nossas vidas? 

Os trabalhadores da Conterp decidiram que não vão aceitar ter seus direitos roubados, nem permitir que a empresa tire de seus salários, para lucrar mais.  Os trabalhadores aguardam uma contraproposta da empresa, que atenda suas necessidades. 

Quem trabalha não vai mais aceitar abuso de patrão folgado. Segunda-feira tem uma nova paralisação de duas horas, com possibilidade de greve por tempo indeterminado.

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