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Por Sindipetro em 31/10/2019 13:56

FNP indica rejeição da proposta do TST chama novas assembleias e greve para dia 12/11

Em entendimentos jurídicos junto ao TST, a FNP deliberou por prosseguir na mediação e realizar novas assembleias em todas as suas bases, para apreciação da atual proposta de ACT. A empresa já foi contactada e aguardamos o despacho do Tribunal. Para tanto, peticionou junto ao Tribunal o alargamento do prazo de resposta até o dia 08/11, válido também para o Sindipetro-RJ, tendo em vista a autonomia garantida a todas as entidades sindicais para a realização de assembleia. Veja a petição da FNP AQUI. 

Em reunião, a FNP reforçou a sua unidade e compromisso com a luta por um ACT sem perda de direitos e pela defesa da Petrobrás, de empregos e do Brasil. Por isso indicará, para avaliação da categoria, a rejeição da proposta e greve a partir de 12/11. Na reunião foi considerado o prejuízo aos trabalhadores causado pela FUP, com o desmonte da greve unitária petroleira.

Cabe lembrar que a FNP adiou o seu indicativo de greve do dia 16 para o dia 26/10 em nome da unidade reivindicada legitimamente pela categoria, tendo amargado, as consequencias da traição da FUP. Outras dificuldades impostas pelo cenário foram consideradas nos debates da Federação. Por outro lado, foi considerada também a necessidade e a possibilidade da reconstrução da greve, a relevância da FNP no cenário nacional petroleiro, a disposição da categoria, em especial das áreas operacionais, para a luta e a sua incontestável urgência já que, se adiada, poderá resultar para a Petrobrás, TBG, Transpetro, em um desfecho igual àquele da BR, lamentado até hoje em todo o país.

Assim, reunida nesta quarta-feira (30), na sede do Sindipetro-SJC,  a direção da executiva da FNP, decidiu submeter a proposta do TST às assembleias, entre os dias 31/10 e 08/11, com indicativo de rejeição e aprovação da greve petroleira a partir do dia 12 de novembro.

A luta em defesa dos direitos não acabou, apesar da traição da FUP. Vamos rejeitar a proposta e construir a greve por nenhum direito a menos e em defesa da Petrobrás!

Fonte: Sindipetro RJ

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