Categoria: Fertilizantes

Postado em 17/10/2012 15:50

Trabalhadores da Heringer paralisam atividades em Viana/ES

Trabalhadores paralisados em frente a fábrica da Heringer em Viana, Espírito Santo
Trabalhadores paralisados em frente a fábrica da Heringer em Viana, Espírito Santo

Trabalhadores exigem que a empresa negocie o Acordo Coletivo de Trabalho

Reunidos em assembleia na manhã desta quarta-feira, 16/10, os trabalhadores na área de produção de fertilizantes, da Heringer, em Viana/ES, resolveram permanecer na portaria, até que a empresa aceite negociar o Acordo Coletivo de Trabalho 2012/2013.

A pauta de reivindicações foi enviada no dia 10 de outubro e na tarde desse mesmo dia a Heringer se negou a sentar com o Sinticel para analisar as reivindicações da categoria, alegando que o Sindiquim é o seu representante e por isso não faria uma negociação em separado.

O Sinticel vem tentando há três anos seguidos firmar um acordo coletivo com a Heringer, uma vez que a Convenção Coletiva negociada com o Sindiquim (sindicato patronal) reúne garantias e reajustes mínimos, incompatíveis com o porte de grandes empresas como a Heringer e Evonik, que também segue as cláusulas da CCT.

Uma comissão formada pelos diretores do Sinticel e por trabalhadores foi até à administração da empresa para levar a reivindicação dos trabalhadores. A resposta foi a mesma: a empresa não negocia acordo em separado.

A decisão dos trabalhadores é permanecer na porta da empresa por tempo indeterminado.

Dentre as reivindicações, está a cesta básica de R$ 300 (inslusive no 13º salário), transporte para todos os trabalhadores (hoje existe só para alguns), PLR sem desconto dos prejuízos, reajuste pelo INPC-IBGE das perdas salariais, ganho real de 20%, piso salarial de R$ 1.000,00, Horas extras a 125%, adicional noturno de 50%, reembolso creche e kit escolar.

Fonte: Site do Sinticel - www.sinticel.org.br

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