Categoria: Aposentados

Postado em 05/03/2013 13:52

Fim do PRISMA prejudica vida de petroleiros

Imagem retirada do site do Sindipetro-ES
Imagem retirada do site do Sindipetro-ES

Quebra do convênio reduz a margem nas consignações, inclusive na AMS

O fim do PRISMA (Projeto de Regionalização das Informações de Sistemas), convênio entre Petrobrás, Petros e INSS, pega petroleiros de surpresa e complica a vida de aposentados e pensionistas.

No dia 30 de janeiro, a PETROS foi comunicada sobre o término do convênio. O que surpreende é que esse acordo havia sido renovado em dezembro de 2012, ou seja, há pouco mais de um mês.

No entanto, faz tempo que o sistema da Petrobrás não se entende com o sistema do INSS. Por falta de um acompanhamento da Petrobrás com relação ao PRISMA, agora o INSS cancelou o convênio e a categoria está em uma encruzilhada.

No que implica a quebra desse convênio?

Para os aposentados e pensionistas os prejuízos sociais e econômicos podem ser muitos. Com a quebra, os inativos passarão a receber dois contracheques. Dessa forma, os pagamentos passam a ser feitos em datas diferenciadas, uma parte de acordo com o calendário da PETROS, outra com a do INSS (Instituto Nacional de Seguridade Social).

Outra consequência ruim é a diminuição na margem de desconto das consignações para as associações de aposentados e entidades sindicais.

Assim diminui o valor de empréstimos e pode impossibilitar o suporte para o atendimento da AMS (Assistência Multidisciplinar de Saúde).

Quanto aos ativos, para os que já estão na condição de aposentáveis, fica ainda mais complicado o procedimento para encaminhar o processo de suas aposentadorias.

Recomendações

As informações da PETROS ainda são imprecisas. Sendo assim o sindicato recomenda cautela. Não façam empréstimos consignados com o INSS de forma precipitada, muito cuidado para não cair nas mãos de agiotas, assim como não fazer crediários fora das suas limitações.

Cuidado também com advogados oportunistas. Procurem sempre o sindicato e, antes de qualquer decisão, esperem por um posicionamento de confiança. Temos uma assessoria jurídica a sua disposição. Nossa advogada, inclusive, participou de um encontro com os demais advogados da nossa Federação, a FNP, para analisar melhor esse e outros problemas.

No dia 27 de fevereiro, representantes da categoria já se reuniram com o Ministro da Previdência para exigir uma solução. Não vamos permitir o aprofundamento desse problema. Vamos até as últimas consequências até reverter essa situação.

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